Ao chegarmos ao aeroporto, despachamos as malas e fizemos o check in, pegando nossas passagens. Phil despediu-se de nós com abraços e beijos, e bons conselhos sobre aproveitarmos ao máximo. É claro que vamos aproveitar, estou planejando até tomar bastante café e guaraná cerebral para me ajudar a ficar mais tempo alerta, com mais energia e aproveitar cada segundo ao lado dos meus pais na minha Terra querida.
-Vou querer apenas um espaguete ao molho branco com bacon. - Fechei o cardápio. - E você?
-Eu nem vi. - Balançou a cabeça e retornou a olhar o cardápio em suas mãos. - Vê se eles têm uma papinha para a Lana? A quantia que trouxe fora da mala é para o avião, caso ela fique com fome.
-Ela ficará dormindo, provavelmente. - Dou de ombros. - Por isso escolhemos o voo à noite, lembra?
-Certo, mas mesmo assim acho que deveríamos dar algo para ela comer.
-Uma banana esmagada estará bom! - Chamo o garçom com os dedos e Bruno fecha o cardápio. - Um espaguete ao molho branco com bacon, e na salada, por favor, sem picles e ervilhas, caso tenha.
-Ok. - Ele escreve em sua prancheta. Olha para o Bruno, que me encara por um tempo.
-Vou querer o mesmo que ela, por favor, mas pode ser completo.
-Você pode ver com seu gerente, ou se tiver um prato com uma banana e aveia.
-Eu posso conferir com ele, senhora.
-Tudo bem, obrigada.
O garçom se retirou antes mesmo que pedíssemos as bebidas, Bruno então chamou uma garota e ainda teve a maior cara de pau de dar em cima dela. Continuei a ignorar que ele estava fazendo isso, e quando a menina se afastou, ele pôs a mão sobre a mesa procurando a minha. Recolhi meus braços e ele riu.
-Pegou o mesmo que eu porque adora me imitar?
-Não, porque não queria que ele ficasse por muito tempo aqui.
-Grosso! - Coço meu olho. - Assopra, por favor.
Bruno assoprou meu olho, trazendo um pouco de cuspe junto.
-Não é para cuspir na minha cara. - Dei um sorriso irônico. - Mas obrigada.
-Tá com ciúmes?!
-Estou? De que?
-De mim com a garçonete, Lea. - Bruno espiou a Lana, que dormia antes do que deveria. - Vou acorda-la.
-Isso. - O ajudei a pega-la do carrinho que o aeroporto mesmo disponibilizou. - E não estava. Aliás, não fui eu quem pediu qualquer coisa para o garçom sair daqui.
-Mas parecer ser boa.
-A comida? - O questiono.
-Não, a garçonete. - Ele revira os olhos, e eu faço o mesmo. Bruno ajeita a Lana no seu colo, que resmunga por ser acordada e fecha os olhos devagar novamente. - Estou falando da comida, Eleanor.
-Tudo bem, Peter.
Nós terminamos nossa janta, e conseguimos dar a banana para a pequena, que ficou extremamente feliz e, por incrível que pareça, ela parecia estar muito ansiosa. Bruno parou no meio do aeroporto, chegando próximo ao meu ouvido para dizer que havia uma farmácia em frente.
-E o que tem demais nisso? - Pergunto, vendo se conseguia identificar algo errado ou cômico.
-Apenas duas letras. - Seu dedo passa pela minha nuca, de leve, me deixando arrepiada. - KY.
-Não acredito. - Pus a mão na testa. - Seu pai é doido, Lana! - Balanço a cabeça, olhando-a me encarar, não entendendo nada, apenas com seu brinquedinho em mãos, mordendo e apertando.
-Você prometeu!
-Podemos comprar no Havaí, certo?
-Errado. - Ele puxa o carrinho que estava empurrando, e a outra mala de mão. - Vai lá.
-Eu?
Bruno me encarou por tempos, como se dissesse "é você mesmo, vai lá". Eu fui, odeio ser desafiada, e ele me desafiou. Entrei na farmácia, passeei por uns corredores, pegando um remédio para dor de cabeça, um aspirante nasal para a Lana, um chá para gripe, e chegando na parte de absorventes, procurando o KY.
Comprei tudo isso para disfarçar o que iria realmente comprar, porém, não adiantou de nada! O KY estava na prateleira atrás da vendedora, e somente eu pedindo para conseguir. Ajeitei meus cabelos, olhei para a parte de fora e Bruno tinha pegado a Lana no colo, balançou o braço como se ela estivesse me dando oi, e eu apenas contive a vontade de mandá-lo longe e enfiar o dedo médio na sua cara.
A vendedora foi passando as coisas, esperei profundamente que aparecesse alguém para que sua amiga, vendedora também, saísse dali e fosse fazer outra coisa. E ela foi menos mal. A encarei quando ela perguntou "mais alguma coisa?". Respirei fundo e tomei coragem, afinal, não tem nada de mal nisso, é como se fosse um homem comprando absorventes ou uma menina comprando camisinhas.
-Um KY também, por favor! - Peço, despejando as palavras. Provável que eu tenha falado rápido demais.
Não consegui encara-la para ver sua reação, mas ela virou-se, então aproveitei para respirar fundo e abrir minha carteira para descontrair.
-Shanna, você viu onde estão os KY? Eles estavam aqui semana passada... - Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. Continuei de cabeça baixa, procurando algo inexistente em minha carteira.
-Juan pediu que trocássemos. Foi no dia da sua folga. - A outra afastou um pouco a voz, e a que me atendeu foi para o outro lado, somente ouvi seus passos.
Levantei a cabeça de leve, pouco a pouco, pedindo que não desse nenhum erro com o código, ou algo que fizesse outra pessoa saber que eu estava comprando um lubrificante íntimo. Mas por sorte tudo deu certo e eu sai com os produtos, de cabeça baixa, bochechas coradas e querendo o pescoço do Bruno.
-Três orais e uma massagem! Deve-me um combo. - Disse quando cheguei perto dele, que ria. Até a sua filha ria de mim. - Isso é um complô.
-É legal! - Entregou-me a mala de mão da Lana, e colocou o carrinho em minha frente para ajustar a Lana. - Caiu um pedaço?
-Um pedaço eu não digo, mas minha dignidade ficou soterrada pra sempre no chão daquela farmácia.
Conferimos o horário e resolvemos ir enfrentar a fila chata e enorme. Estar com uma sacola, um carrinho, minha bolsa, a bolsa da Lana, estava chato e incomodo, enquanto a beleza do Bruno estava apenas com a sua pasta, com alguns pertences pessoais. Estalei o pescoço para que ele me olhasse e ele se prontificou a cuidar do carrinho da Lana, otário!
Toquei a sacola com as coisas dentro da minha bolsa e a fila foi andando.
Bruno passou primeiro com a Lana, revistaram os papéis novamente com a ordem médica, com as mamadeiras tendo vistos de que estavam liberadas pela companhia aérea, e abriram a sua bolsinha. Lana passou, ficando no colo de uma mulher, que a distraia.
Os sapatos do Bruno foram tirados, o cinto e o detector foi passado nele. A sua pasta foi revistada, tirando o perfume e o desodorante de dentro dela. Fiquei tentando lembrar se havia posto algo importante, como um dos meus perfumes favoritos, dentro da minha bolsa.
Tanto pensei que minha vez chegou.
Retirei meus sapatos, até o botão da minha calça abri para mostrar que o que estava apitando era ele. Retirei brincos, pulseira, anel, e tudo mais. Quando minha bolsa passou pela revista, o homem retirou tudo de dentro. Com a confusão a sacola caiu no chão, deixando o KY em frente de todos.
Era só o que faltava pra minha vergonha estampar cem por cento em meu rosto.
O segurança juntou o lubrificante, olhando para meu rosto expressivamente, tinha certeza que ele estava pensando "danadinha, vai passar a noite dando o buraco dos fundos". Até a mulher que estava passando o detector se segurava para não rir. Queria nem imaginar como o Bruno estava.
Passei reto, pegando minha bolsa, agradecendo sem nem olhar para a pessoa, e seguindo meu rumo.
-O que caiu da sua bolsa foi um KY, Lea? Você quer facilitar o acesso? - Bruno estava vindo logo atrás de mim, falando isso de propósito para me deixar, além de mais corada de vergonha, constrangida e querendo que isso passasse.
-Foi você que pediu que eu comprasse Bruno. Pra que quer usar ele? Pensei que não precisasse mais disso com o Phil! - Parei para espera-lo, que rapidamente tira o sorriso vitorioso dos lábios.
-Não sabe brincar, idiota. - Puxa minha bochecha, com a mão livre, porque a outra segurava a Lana.
-Não pense que tudo isso que está acontecendo não trará consequências pra você, senhor Hernandez.
Assim que nosso voo foi chamado, entramos. Os primeiros a entrar por causa da Lana, e os assentos estratégicos para caso precisássemos a levar no banheiro, ou no pequeno trocador que havia ao lado.
Estava com os pensamentos distantes, nem vi quando o piloto avisou sobre nosso voo decolar, só vi o murro que levei do Bruno para me ajeitar na poltrona, afivelar meu cinto.
-Quer que eu segure a Lana?
-No meio da viagem, tudo bem. Acho que ela dormirá daqui a pouco. - Bruno mexe no protetor de orelhas que está na cabeça da pequena.
Fizemos o exercício que o médico pediu para amenizar a altitude nos ouvidinhos dela, dando líquidos e fazendo-a prestar atenção em outras coisas. Bruno segurou minha mão quando viu que ela estava quase dormindo. Claro que o clima estava mais do que propício para irmos dormindo também, afinal as luzes estavam apagadas - somente as auxiliares das pessoas que queriam permanecer acordadas -, e estava de noite, o dia será bem dinâmico.
Ao longo do voo, que eu dormi, acordei duas vezes para verificar a Lana, sua fralda, e se estava tudo bem. Bruno dormiu, mas aquele sono de preocupação, onde acordamos em cinco em cinco minutos.
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Enquanto ele ligava, troquei a fralda da pequena no fraldário, e voltei para onde ele estava sentado.
-Vamos de táxi! - Levantou-se. - Ninguém me atende.
-Eles podem dormir, sabia? É direito do ser humano. - Tiro meu cabelo da mão da Lana. - Vamos passar a noite num hotel, tem vários aqui perto. Vamos economizar muito mais do que pagando táxi até lá e acordando as pessoas.
-Você quer me levar para um hotel, Lea? - Porque tudo ele leva pra esse lado? Safado!
-Quero! - Sempre tento usar as respostas que ele não espera ouvir.
-Ok, vamos então.
Fiquei cuidando da Lana, que estava acordada e bem alerta, enquanto o Bruno providenciava a nossa noite no hotel. Brinquei com ela sobre as partes do seu corpo, exercício que eu fazia quase que diariamente, além de mostrar para ela os movimentos, qual era a parte que eu pedi, e influenciar na comunicação.
Lana logo, logo, aprenderá a falar, de acordo com o pediatra. Ela está bem desenvolta para uma criança de quase sete meses, e nós interagimos com ela seguido, instigando seus movimentos, sua fala. Até mesmo a cadeirinha bumbo que nos ajuda demais, ela já fica sentadinha nela, e quando está sem ela, ela fica sentadinha também. Ajudou muito.
Pegamos um quarto simples, somente para passar a noite. Pedimos que trouxessem uma cama auxiliar, ou um berço, e é claro que eles cobraram num preço adicional, o que eu achei um absurdo. Brincamos com a Lana esperando a comida chegar, não estávamos com sono, já que viemos dormindo o caminho todo, e ela também estava bem elétrica, mas depois da mamadeira bem quentinha, Lana já estava ficando sonolenta.
-Quem vai cair primeiro, eu, você ou a Lana? - Pergunta o Bruno.
-De fome? Eu! - Meu estômago já estava pedindo auxilio.
-E ela de sono. - Completa. -Vamos ver um filme? - Passou a mão em meus cabelos.
-Claro. - Respondo. - Mas será que tem TV a cabo por aqui?
-Acho que sim. - Deu de ombros.
Comemos o jantar que nos veio, colocamos a Lana na caminha já que ela acabou dormindo - não sei por quanto tempo -, e ligamos a televisão. Procuramos alguns filmes, mas a maioria que julgamos ser bom já tinha começado há um tempo, e ver filme pela metade não é legal.
-Bem, podemos utilizar nosso KY.
-Podemos tomar um banho? - Levantei da cama, onde estava sentada de pernas cruzadas sobre a coberta fina. - Quer vir? - Levanto minha blusa, deixando a mostra meu sutiã vermelho.
-Vermelho, Lea? - Eu sei que é a sua cor favorita, e que ele sente muito tesão por ela.
-Fiz mal? - Abro o botão da minha calça, mexendo minhas pernas devagar para tirar a calça.
-Não, de jeito nem maneira. - Ele retira a sua camisa.
-Cuidado com o barulho, porque ela pode acordar! - Na mesma hora ele toma cuidado ao sair da cama, para não fazer nenhum barulho. - Vem? - O chamo, parada na porta do banheiro.
-Não precisa chamar duas.
Nos beijamos desde a porta do banheiro até dentro do box. Entramos na banheira, mesmo que não fossemos a usar, ficamos em pé, abrindo o chuveiro e deixando que a água caísse somente dentro da banheira, deixando nossos pés imersos.
Retirei o resto da minha roupa, assim como ele também. Tocamos para qualquer canto do banheiro, porque estávamos aproveitando nossas carícias. Beijo seu pescoço, enquanto suas mãos agarram minha bunda, apertando-a fortemente. Mordo sua orelha e o escuto gemer baixinho. Uma das suas mãos afasta minhas nádegas e o seu dedo passa pela minha entrada. Jogo minha cabeça pra trás e ele ri.
-Vou me ensaboar. - Pego o sabonete na mão.
-Se deixar o sabonete cair no chão, não respondo por mim. - Ergue as mãos, passando os olhos por todo meu corpo.
-Apressado demais. - Passo o sabonete pela minha barriga e ele tenta me alcançar. - Hey, calma! - Coloco a mão pra frente. - Não precisa ter pressa.
Passo o sabonete pelo meu corpo tranquilamente, pelos braços, tronco, pernas - que ergo bem para ensaboar, e minha virilha. Ensaboou minha mão e a passo em minha virilha, Bruno já estava fisgando os lábios e manuseando seu pênis. Se ele pensa que terá algo hoje, está enganado.
Fiz movimentos como se estivesse me masturbando, e ele encostou-se ao meu ombro, querendo olhar de perto.
Fui para baixo da água, mexendo no meu cabelo. Ele chegou perto de mim, puxando meu corpo pra perto do dele, deixando seu pênis roçar em mim. Pegou-o e passou insistidamente em minha virilha pedindo que eu abrisse mais minhas pernas. Enrolei para deixá-lo tentar fazer algo a mais. Virei de costas pra ele, que baixou seu rosto, pondo-o no meio das minhas pernas. Talvez ele tenha pensado que eu queira um oral antes de fazer qualquer coisa.
Posso receber o oral, mas nada de sexo.
-Não vamos transar, ok? - O aviso antes.
Bruno levanta rapidamente.
-O que?
-Não vamos transar. - Viro-me de frente novamente.
-Por quê? Não vai me deixar assim, Lea. - Torço meus cabelos enquanto ele fala, super sério.
-Já terminei meu banho, posso deixa-lo sozinho pra se masturbar, mas não vamos transar.
-Ok, mas por quê?
-Porque passei vergonha demais por hoje. - Comecei a rir. - Achou que eu não ia fazer uma pequena vingança?
-Só pode estar ficando doida. Lea, por favor.
-Não. - Puxo a toalha do gancho.
Saio do banheiro e vou me secar no quarto, mas deixo a porta aberta para ele me ver. Queria ter recebido o oral, poderia deixar pra falar depois, mas preferi deixar assim. Bruno fechou a porta e eu peguei o secador da gaveta, que é do hotel, mas prefiro não ligar para evitar acordar a Lana.
Visto-me apenas com a lingerie e deito na cama de barriga pra cima, esperando o Bruno vir. Ele não demora, mas volta com o volume nas calças bem grande, o que significa que ele não fez nada para deixar mais tranquilo. Estava de cara fechada, deitou e nem olhou pra mim.
Tornou a levantar, abriu sua mala, tirou uma cueca e fechou novamente. Voltou para o meu lado e virou de costas pra mim.
-Boa noite, Bruno! - Mexo na sua orelha, carinhosamente. - Não fica bravo comigo.
-Boa noite, Lea. - Responde mais sério do que antes.
Demorei a dormir, muito tempo, mas quando acordei Bruno estava abraçado em mim, com seu braço bem firme em minha cintura. Estávamos em conchinha, e eu tive pena de levantar e acabar acordando ele, mas Lana já estava querendo acordar.
Sai da cama cuidando para não acordar ele, e mexi na Lana para dar bom dia. Peguei a mamadeira pronta e dei pra ela, fria mesmo, mas ela negou, cuspindo o leite e ameaçando começar a chorar. Acordei o Bruno para ficar de olho nela enquanto iria descer para esquentar a mamadeira na cozinha do local.
-Lea? - Ele me chama quando estou na porta. - Vai descer assim? De lingerie?
-Ah! - Olho pra baixo e lembro. Começo a rir e quando pego a camisa dele do chão, aproveito para me inclinar e dar um selinho na sua boca. - Bom dia.
-Bom dia. - Sorriu pra mim, significando que não estava mais bravo.
Coloquei a minha calça e a camisa dele, coloquei o cabelo preso num coque todo bagunçado, já que ele estava uma inhaca por ter dormido com ele molhado.
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O centro das atenções foi a Lana, que já chegou ganhando presentes, mimos, e muitos abraços e beijos. Foi lindo ver. No inicio ela ficou bem recatada, não sorria, encarava seus tios, tias, seriamente.
-Ela parece muito com você, Bruno. - Jaime observou quando ela fez uma careta.
-Incrível que eu também acho, mas ela parece um pouco com a Lea ou estou ficando um pouco equivocada? - Tahiti forçou os olhos para enxergar melhor.
-Acho que é a convivência. - Dou de ombros. - Mas obrigada, porque eu a acho uma princesa, linda, então... - Todos riram.
-Lea é a mãe dela, não tem como não ser parecida.
Sempre fico com vergonha quando Bruno diz que eu sou a mãe dela, muita gente já acreditou que eu fosse, mas infelizmente não sou. Sou a mãe emprestada, a mãe estepe, a mãe que cria, apenas. E foi ai que o assunto começou, falaram sobre a Diana e perguntaram por que não a denunciaram para a polícia, mas eu expliquei a mesma coisa que tinha dito ao Bruno e que a maioria das pessoas concordam comigo. Porque denunciar pra polícia, pra ela voltar e ficar obrigatoriamente com a filha, sem ama-la e trazendo negatividade pra tudo?
Definitivamente, a vida está melhor do que estaria se ela estivesse aqui.

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