Foi diferente almoçar por ali, comer as comidas típicas novamente que eu sentia tanta falta, mas o mais diferente foi estar numa mesa completamente cheia, com todos conversando, rindo. Lembrei diretamente dos tempos que minha mãe vinha até aqui com meu pai e minha irmã, quando eu era apenas a amiga do Bruno, e Elisa era a namorada de Eric. Por falar nele, soube através de uma das meninas que ele viria num final de semana em que nós estivéssemos aqui para nos ver e ficarmos com a família reunida.
Com a família deles, apenas estou aqui de agregada e indiretamente, porque não posso chamar o Bruno de namorado e nem outra denominação.
Minha família está há uns quilômetros daqui, e eu vou ir a poucos minutos vê-la.
-Eleanor, querida, tem visita pra você. - Dona Bernie aparece na sala, carregando a Lana no colo. Olho para trás dela, procurando que é, e minha mãe adentra a casa com meu pai, de mãos dadas.
-Mãe! - Meus olhos inundem rapidamente. - Pai! - Corro na direção deles, apertando-os num abraço.
Fechei meus olhos deixando as lágrimas caírem, não conseguia me segurar num momento desse. Meu pai estava um pouco mais baixo ou eu estava mais alta? Minha mãe num corpo bem esbelto para a idade. Eu não era capaz de pensar em outra coisa além de abraça-los e beija-los.
Bruno Pov's
Estava completamente feliz. Completamente!
Chorei de emoção por ver todos os que eu amo ali, presentes. Minha mãe, meu pai, minhas irmãs, meus dois sobrinhos Marley e Jaimo, quando foi que o Marley espichou tanto? Quando foi que o Jaimo cresceu dessa forma? Quando minha mãe cortou um pouco do seu cabelo, e Tahiti emagreceu mais do que já estava emagrecendo? Ver todos os pedaços que eu perdi me deixam, sem dúvidas, bem triste, mas ao mesmo tempo feliz de ver que as coisas mudam com o tempo.
Encarei todos após o almoço, seus sorrisos, o modo com que tratavam minha pequena, e o modo com que tratavam a Lea. Queria poder apresenta-la mais do que amiga, talvez resgatadora? Mãe da minha filha? Companheira de foda? Menina que é dona de todas as qualidades que uma mulher deve ter?
A observei atentamente quando seus pais chegaram na minha casa, minha mãe chegou a passar a mão no rosto, se emocionando. Eleanor chorava de emoção, estava com tanta saudades dos seus pais, e eu sabia disso, afinal, já apartei tantos choros dela por isso.
E se um dia a Lana for nos encontrar dessa forma? Abraçar-nos depois de uns dias sem se ver, com saudades dos seus pais... Viajo para O Fantástico Mundo de Bob e balanço a cabeça, voltando para si. Tiara me observa de longe, e seu olhar me incomoda. Passo a mão no rosto, com um resquício de sono ainda, mas tinha muito que aproveitar.
ზ
Voltar aqui seis anos depois de que saímos de vez é no mínimo estranho. Tudo havia mudado, é claro, a roupa, alguns lugares pelos quais passamos de carro, talvez o jeito das pessoas. Só depois de que saí, percebi o quanto o Havaí tem um preconceito com os turistas. Quando souberam que nós éramos Havaianos, foi diferente. Não sei o que isso implica na história, mas só se percebe quem vem de fora, ou quem sai e volta um tempo depois.
Mas tirando isso, esse é meu Estado! Minha casa.
-Compramos esses dois biquínis para ela. - Tahiti mostra um pequeno maio colorido, e um biquíni, duas peças, num rosa bem forte.
-Lindos! - Lea os pega para analisar. - Ela nunca foi à praia, e isso que moramos na Califórnia.
-Por quê? - Pergunta Jaime.
-Quando ela nasceu era verão, mas ela era pequena demais, frágil demais, para expor ela no ar um pouco poluído, e logo chegou a época que o Bruno não saiu do estúdio, e depois chegou o inverno.
-Ainda bem que no Havaí não existe inverno. - Tiara levanta as mãos.
-Pensei que nunca me acostumaria, mas eu até gosto de pôr casacos...
-Ver filmes embaixo das cobertas. - Complemento a resposta da Lea.
-Também. - Ela dá aquele sorriso de canto. Por leves segundos esqueço que estamos ao redor das minhas irmãs, da minha família, e que eles são perigosos. - O ruim é acordar de manhã cedo com frio, a cama quentinha é tentadora.
-Não tenho mais esse problema. - Estalo os dedos das mãos.
-Eu não sei se odeio mais o frio pela manhã, porque terei que sair mesmo com ele, ou se odeio mais você, por ficar em casa, quentinho. Mas alguém tem que sustentar a casa! - Fez a cara mais debochada que poderia ter feito ao olhar pra mim.
-Não entendi se você quis dizer que eu sou sustentado por você, Lea?!
-Se a carapuça serviu. - Levantou as mãos. - Mentira, o Bruno ajuda mesmo não estando mais trabalhando, e ainda faz quase todo o serviço sozinho. É um exemplo.
Realmente, eu me matava. Poderia não acordar cedo, não trazer muito dinheiro - apenas alguns trocos que tenho pela música e um pouco da poupança -, mas limpo a casa, faço a comida, faço as compras quando posso, cuido da Lana, e ainda tiro um tempinho para rabiscar meus cadernos com letras de música.
Nossa casa é perto da praia, uns vinte metros, mas há uma casa linda e grande, que dá de beira para a praia, com uma pequena praia particular, que eu vou comprar para presentear minha mãe um dia. Ela está a venda há algum tempo, de acordo com meu pai, e é ela que eu vou comprar assim que conseguir juntar todo o dinheiro que preciso.
-Que saudades de usar vestidinhos assim. - Lea segura à barra do vestido de tecido fino e quase transparente. - E biquínis!
Fiquei ao lado da minha irmã, Jaime, enquanto caminhávamos para a praia. Era ensolarado demais para não pôr um óculos escuro. Estávamos em muitos, minha família praticamente inteira, menos meu sobrinho mais velho, meu pai e minha mãe, e os pais da Lea que também ficaram por lá.
Instalamo-nos na areia, com guarda-sol e toalhas no chão. Ajeitei uma pequena toalha e uma almofada para a Lana num ponto estratégico onde não pegava sol diretamente, para caso ela cansasse, tivesse onde tirar aquele cochilo, mas seria impossível ela cansar daquela forma.
-Olha o mar, princesa. - Eleanor pega-a no colo, apontando para a imensidão azul cristal. - Você vai gostar muito de estar aqui. - Caminham alguns passos à frente e Tahiti brinca de fazer caretas para minha pequena.
Entraram todos no mar, misturando-se com as pessoas que estavam por ali. Mexo mais uma vez no chapéu da Lana, para garantir que não iria voar, e vejo se estava boa a quantia de protetor solar. Pego-a no colo e entro no mar com água em ótima temperatura. Ponho minha pequena pra baixo, encostando os seus pézinhos na água, ela reclama, mas quando percebe que é bom, fica quietinha. Suas mãozinhas balançam repetidas vezes, tocando na água, e fazendo-a rir. Tiara pede para segurar ela, e eu a deixo.
Olho pra trás, procurando a Lea, e acho-a tirando o vestido que dá vista ao biquíni azul vivo-forte. Fico vidrado no seu corpo, nas suas curvas, que por mais que agora tenha acesso, ainda parece novidade quando a vejo assim. É impossível segurar a vontade de agarra-la, beija-la, ou simplesmente traze-la para perto de mim e abraçar o seu corpo, fundindo nossos calores.
Ela caminha com minha irmã, Jaime, até a beira. Coloca um pé e faz uma careta, enquanto minha irmã vem entrando.
-Medrosa! - Grito para ela, que gentilmente coloca o dedo do meio pra mim.
Giro-me de volta para o grande mar, e Tiara me encarava segurando minha filha. Ela a auxiliava com a água no seu corpinho, e meu bebê ria gostosamente, mas ela estava a todo tempo prestando atenção em mim.
Assim que Lea chega perto de nós, toco água no seu corpo que ainda estava seco, e travo uma intensa lutinha de água. Meu pequeno sobrinho ria, no colo da Presley. Falando na minha caçula, quando foi que ela cresceu dessa forma? O que antes era um pouco mais gordinho está dando lugar para curvas.
Jaime sai da água e da praia uma hora depois, precisava fazer outras coisas e ir à casa de um tio nosso. Ela leva meu sobrinho e Tahiti vai para a casa do namorado. Permanecemos eu, Lana, Lea, Tiara e Presley.
Sentamos para pegar sol, e quando Eleanor ajeitava seu biquíni, era impossível não olhar. Não poderia ficar duro agora, não com esse calção que tudo marca, ainda por cima molhado.
Eleanor Pov's
Estava cansada da praia, por incrível que pareça. O mar cansa muito, por isso eu amo piscinas, são mais fáceis e o sal não fica pesando no corpo, porque não tem sal - minha boca agradece pelos caldos que já levei no mar e acabei engolindo um pouco da água.
Tiara usava uma câmera bem moderna para tirar fotos de tudo, até mesmo de nós. Nossa pequena, que agora dormia, já estava sendo modelo profissional, de tantos cliques que ela fez dela.
-Vou levar ela pra casa, tudo bem? - Presley levantou da toalha, limpando algumas partes do corpo que tinham areia.
-Porque vai pra casa? - Questiono-a.
-Estou cansada, dor de cabeça... - Durante todo o tempo ela estava mais quieta do que o normal, e já tinha falado sobre uma dor leve de cabeça. Bruno assentiu sobre levar a pequena para casa.
-Eu vou junto! Aliás, tem um luau amanhã à noite, querem ir? - Pergunta-nos.
-Que dúvida. Claro que quero. - Respondo.
-Nós vamos. - Bruno aperta os olhos para falar, onde está os óculos dele? Aliás, porque ninguém mais está de óculos? Pego o meu e ponho, Bruno imita meu gesto, entendendo que também tinha esquecido e que seria mais fácil olhar pra cima com o sol batendo em nosso rosto.
-Ok. Não demorem muito na praia, mamãe está preparando um pequeno grande jantar para vocês.
As meninas foram embora, carregando nossa princesa. Retomei a fechar os olhos e me concentrar no lugar que estou. Bruno estava na toalha ao lado da minha, repousou sua mão sobre meu braço e respirou fundo. Procurei seus dedos e ele baixou sua mão para unirmos.
-É tão bom estar aqui. - Digo baixinho.
-É maravilhoso!
Voltamos pra casa pouco tempo depois. Bruno estava preocupado com a Lana, e eu começando a ficar com sono de estar tanto tempo parada, mas no caminho, quando ninguém via, peguei a sua mão e quando ele virou para me olhar, colei nossos lábios. Doces e suaves!
-Eu precisava fazer isso, desculpa. Acho que ninguém viu. - Sorri, ao encostar nossas testas.
-Não precisa me pedir desculpas, quando tivermos vontade, é só fazermos. Não somos presos a ninguém e não precisamos nos esconder!
-Pensei que não quisesse ninguém sabendo. - Dou de ombros, observando nossas mãos se entrelaçarem a caminho da casa.
-Não vou sair falando aos quatro ventos, mas também não precisamos esconder.
O cheiro bom estava espalhado pela casa. Meu quarto era o mesmo que o do Bruno e da Lana, a casa não tem tantos quartos de sobra, e como já dormimos várias vezes juntos, não custa nada dormirmos agora. Mal eles sabem que é bem melhor assim.
Subi primeiro para o banho e Bruno entrou depois de mim. Estendi o biquíni na área de serviço da casa e agarrei minha mãe quando cheguei na cozinha. Ela estava conversando com a Bernadette, e parecia que a amizade vinha se fortalecendo com o passar do tempo.
Tudo parecia estar bem mudado. Conforme eu ia ajudando as mulheres na cozinha, ia conversando e matando um pouco da saudade que senti. Combinei com meus pais de que posariam alguns dias com eles, e minha mãe é óbvio que me empurrou completamente pra casa da Bernie. Não que ela não me quisesse na casa dela, mas por algum motivo ela ficou bem iluminada quando soube que eu dormiria no mesmo quarto que o Bruno.
O jantar foi numa enorme mesa, e preferimos por na rua, para aproveitarmos melhor o espaço. As meninas estavam arriscando uns instrumentos com o pai e o Bruno, enquanto eu conversava livremente com Bernie e minha mãe. Por minha família sempre ser pequena, quando eu via uma grande família reunida e feliz, ficava me sentindo completa e feliz por eles, mas hoje estou me sentindo estranhamente parte da grande família feliz.
Lana estava na cadeirinha que era de Jaimo, e ele sentado na cadeira se comportando maravilhosamente bem, de vez em quando olhando para a Lana, como quem visse um extraterrestre. Isso deve ser coisa de criança. Marley juntou-se a nós na hora de comer, e por ali ficamos por um longo tempo.
A casa somente silenciou às duas da manhã, foi quando Tahiti foi dormir e Tiara também, restando eu e o Bruno.
-O dia foi bem cheio. - Espreguicei-me, logo em seguida torcendo o pescoço.
-Foi muito bom, mas pode ser melhor, não acha? - Pôs sua mão em minha cintura, caminhando ao meu lado, abraçados.
-Acho. - O olho de canto e vejo o sorriso mais pervertido brotar dos seus lábios. - Mas, temos a Lana.
-É só evitarmos fazer barulho.
-Ok! Sem anal hoje, então.
-Por quê? - Dramatizou, falando baixinho, mas mexendo suas mãos fazendo uma careta propícia.
-Porque eu nunca sequer tentei Bruno! Pode doer, e eu posso gritar. Não quero arriscar todos descobrirem da pior maneira. - Abro a porta do quarto e ele entra logo depois de mim, fechando-a.
-Tudo bem, entendo. - Apertou minhas nádegas com força. - Mas promete que ainda nessa viagem essa bunda será toda minha? Que esse buraquinho será meu, e eu o seu primeiro...
-Bruno. - Gemo ouvindo sua voz no pé do meu ouvido. - É claro!
-Promete?
-Prometo. - Ele estava me abraçando por trás, então deu um tapa em meu ventre quando prometi a ele. - Quero fazer uma coisa pra você. - Afasto meu corpo do seu, falando baixinho.
-O que é? - Pergunta curioso, indo para a cama.
-Sente e veja.
Puxo a cadeira onde está uma mochila do Bruno. A coloco no chão e posiciono a cadeira em frente à cama. Retiro a calça de moletom que estava usando e a regata colada. Se fosse à minha casa estaria sem sutiã, mas aqui respeito todos da casa. Fico somente de lingerie e sento-me na cadeira, abrindo as pernas para frente do Bruno, que já tirava um pouco da roupa.
Evito usar muitas palavras, somente molho meus dedos com a minha baba e passo-os sobre o tecido da calcinha, levando-a para o lado e dando leves tapinhas em minha vagina. Fecho os olhos enquanto mexo meus dedos em minha entrada e no clitóris, lembrando-se de quando já fiz isso por ele, quando me masturbei e automaticamente lembrei da sua imagem, ou de quando ele simplesmente fez o mesmo por mim, que deixou-me doida. Quando abro, Bruno está manuseando seu pênis por cima da cueca, deixando o tecido bem armado e mordendo o canto da boca.
Introduzi um dedo, controlando o gemido para não acordar a Lana, e mexo em meu clitóris. Assim sigo por várias vezes, introduzindo até três dedos em minha vagina.
-Você parece ter prática nisso. - Ele retira a cueca de mal jeito, tocando-a no chão.
-Principalmente pensando em você. - Levanto-me da cadeira, engatinhando na cama. Bruno puxa uma das minhas mãos, fazendo-me equilibrar por apenas um braço e as pernas. Chupou meus dedos com vontade e ainda deu beijinhos.
-Pensava em mim se masturbando, Eleanor?
-Duas ou três vezes, talvez. - Empurro seu corpo, que estava deitado de lado, para deitar completo para trás. - E fez isso pensando em mim quantas vezes?
-Duas ou três talvez. - Riu. - Muitas!
-Bom saber.
-Mas agora quero aproveitar que não preciso disso. - Sentei sobre o seu corpo, e suas mãos cobrem meus seios, juntando-os na medida do possível. - Você estava tão gostosa naquele biquíni, Lea.
-Me foderia na praia mesmo? - Sussurro, aproximando nossos rostos.
-Em qualquer lugar, você sabe disso. - Beijou meus lábios levemente.
Dou um leve chupão em seu pescoço, suficientemente leve para não aparecer nenhuma marca depois. Repouso no seu colo, enquanto ele apenas faz movimentos com o quadril, deixando meu ventre roçando em seu pênis. Gemo baixinho vendo ele se deliciar com esse momento.
Lembramos-nos da camisinha segundos depois, quando já íamos começar a verdadeira brincadeira. Mas como Bruno já estava em pé, pois tinha ido pega-la, aproveitou para me puxar até a ponta da cama e dar-me um banho com sua língua. Usou da melhor maneira para me deixar mais a vontade do que já estava e com mais vontade do seu corpo. Achei que fosse gozar em suas mãos e sua boca. Até usufruiu da sua língua para brincar na minha outra entrada, onde falou muito mais coisas para me deixar ainda com mais vontade de experimentar de uma vez por todas.
Quando ele finalmente se pôs de pé, laçou minhas pernas ao redor dele, encaixando-nos e enfiando com tudo o que podia pra dentro de mim. Gemi alto, e ele mandou ficar calada, mas para provocar eu fingia que iria gemer e ganhava um tapa dele.
Não passamos nem três minutos dessa forma, Bruno cansou de estar me segurando, então voltamos a como estávamos antes. Sentei no seu colo, introduzindo seu membro em mim e gemendo, mas dessa vez seriamente. Ele colocou o dedo indicador na frente para não fazer barulho, e eu tentei me controlar... Tentei!
Suas mãos seguraram minha bunda, deixando-me quase suspensa, e agora ele começou a trabalhar forte, fodendo-me com força e rapidez, deixando-me doida, gemendo e fechando os olhos fortemente.
-Shhhh. - Pediu.
-É impossível pedir silêncio quando me deixa louca assim. - Arqueio minhas costas quando ele me larga sobre seu corpo.
-Gostosa!
Ainda ficamos um bom tempo transando. Bruno não cansou nem depois de gozar, tentou fazer com que eu gozasse com mais um oral maravilhoso, mas não foi dessa vez. Ainda caímos na gargalhada lembrando que gememos alto demais por diversas vezes e poderíamos ter acordado alguém.
-Vou pro banho primeiro. - Levanto, enrolando o lençol da cama no corpo.
-Não demora. - Atirou-me um beijo.
Fofo.
Cuidei para que ninguém me visse indo para o banheiro e procurei não demorar no banho.
Quando retornei ao quarto a cama já estava arrumada, pronta para nós deitarmos, e o Bruno vestindo apenas a bermuda que estava antes, olhando pela janela. Podíamos ver o oceano dali, era lindo a vista, aposto que estava pensando nisso.
Deitei nua, melhor jeito para dormir, e não me importei em juntar as roupas, apenas descansei a cabeça no travesseiro e fechei os olhos. A última lembrança é do Bruno chegando no quarto e deitando ao meu lado.





