Minha mãe não se importou com o horário em que chegaria, contanto que eu estivesse com minha irmã, estava tudo bem. Então, por volta das duas horas, me peguei em uma rodinha de meninos, junto com o Bruno e Kai, conversando. Somente assunto de meninos, mas eu como sempre fui mais antenada e mais "moleque" que a maioria das meninas, conversava tranquilamente, e eles riam de minhas piadas.
A única menina na roda de meninos, e por incrível que pareça, atraindo olhares do Kai. Tudo que eu mais queria.
A noite já ia acabando, apareceu alguns adultos e falaram com o Bruno. Depois de um tempo, sobrou alguns de nós. Eu, Bruno, Kai, duas meninas sorridentes e simpáticas, e outros dois garotos.
-Rae, como você vai embora? - Pergunta um dos meninos, com o cabelo loiro lambido.
-A mãe dela vai nos buscar. - Aponta com o polegar para sua amiga.
-Ou poderia simplesmente dormir no meu quarto. - Todos rimos da piada, com um fundo de verdade, de Bruno.
Assim que as meninas foram embora, os dois garotos disseram que iam também, então Kai se despediu para ir junto com eles.
-Até segunda, Lea. - Deu um beijo em meu rosto, me deixando completamente envergonhada e reservando um lugar no céu.
-Até terça. Nossa aula é terça.
-Precisamos estar na mesma turma para nos falarmos? - Arqueou as sobrancelhas, me deixando completamente envergonhada.
-Ah, claro. - Baixo a cabeça, pondo uma mecha do cabelo para trás da orelha.
Levamos os meninos ao portão, e Bruno parecia cansado quando sentamos ao redor da piscina. Havia tudo saído perfeitamente bem, e ele estava feliz, mas em compensação, cansado.
-Só vem a imagem da minha cama. - Fechou seus olhos.
-Nem me fala. -Bocejo, e ele também. - Droga. - Rimos.
-Meus amigos gostaram de você.
-Eu também gostei deles. As meninas são muito queridas.
-Todos são espetaculares. - Estalou os dedos de suas mãos. - Vamos todas as sextas, depois da escola, no fliperama. Se quiser aparecer por lá.
-Obrigada pelo convite. Talvez eu apareça por lá.
A semana passava se enrolando. Ao não ser pelo fato de que todos os dias Kai me cumprimentava na escola, e me deixava completamente sem jeito, elogiando-me. Laila ficou doida por isso, disse que tudo está saindo perfeito, e que logo tenho que beija-lo, mas e se ele só quiser minha amizade mesmo?
-Acorda pra vida, é claro que não. - Laila revira os olhos, ajeitando sua trança.
-Eu acho que sim.
-Olha, se amanhã no fliperama, ele sentar ao seu lado, ou quiser fazer dupla com você, promete que vai tentar?
-Meu Deus. - Balanço a cabeça, rindo do seu pedido pra promessa. - Ok. Eu prometo.
-Isso!
Rimos dessa idiotice e vimos Kai e seus amigos de longe, se preparando para a educação física. Assistimos o seu horário, já que estávamos a espera da professora de Espanhol, que não tinha aparecido na escola ainda.
Ao final do jogo, Kai parou a nossa frente, suado e ainda sim conseguindo ser sexy.
-Tudo bem, meninas? - Sei que pode ser loucura, mas ele olhou especialmente pra mim, eu sinto.
-Tudo. - Responde Laila, indiferente.
-Sempre. - Sorri para ele, que pôs seu braço apoiado e esticado entre eu e Laila.
-Vou ao banheiro. - Nem esperou que eu contestasse, Laila desce, pegando sua pasta e indo rapidamente a direção contrária aos banheiros. Estava óbvio que ela não queria ir ao banheiro, e sim uma desculpa para sair dali e deixar eu e Kai a sós.
-Vai amanhã no fliperama?
-Recebendo mais um convite desses, com certeza. - Mordisco meus lábios de leve, e ele da uma risadinha, olhando fixamente para o meu rosto.
-Aposto que detono você no dardo.
-Pode apostar, porque vai. Eu sou péssima.
-No que é boa?
-Descubra. - Deixei ao subentendido e ele ri, entendendo, talvez.
-Aposto que gosta de ping pong.
-Passou longe. - Respiro fundo, ajeitando o caderno no meu colo. - Hockey de mesa, e pinball. - Pisco.
Perplexo, ele me olha.
-Uh, ok. - Kai ajeita-se ao meu lado, sentando e voltando seu olhar para mim. - Eu lhe ensino dardo, e você me ensina hockey de mesa. Tudo bem?
-Feito! - Dei-lhe um aperto de mão, selando nosso acordo.
Agora, mais que nunca, agradeci por minha irmã namorar o Eric, por ele ter levado Bruno a minha casa, por ter o conhecido e por ele ser amigo de Kai.
Destino, você é o melhor!
Acordei pela manhã, bem cedo, pronta para iniciar o dia, ir a aula e depois me arrumar bem para ir ao fliperama. Mas, a cólica me pegou. Revirei-me a manhã toda na cama, colocando bolsa-de-água-quente e chás, para aliviar. E somente aliviou perto da hora de me arrumar.
Pode ser nervosismo, ansiedade. Ou pode ser o sinal do meu ventre dizendo que minha menstruação pode vir a qualquer momento, então é melhor estar prevenida.
Assim que sai do banho, vesti minha saia jeans, minha sandália rasteira, e uma blusinha normal. Mas optei por pôr e levar um absorvente, caso ela vir, não acontecer um acidente na frente de Kai, e o resto do pessoal.
A caminho do fliperama, enquanto minha mãe dirigia, conversávamos sobre o relacionamento da minha irmã e de Eric. E do quão preocupada minha mãe estava de minha irmã perder a cabeça e afastar ele dela, já que ela sempre tem um desiquilíbrio mental horrível com seus relacionamentos, chamado: ciúmes.
-Te buscarei às 18:00.
-19:00, pode ser?
-Ok! Se for embora mais tarde, me ligue. Não me deixe preocupada, ok?
-Tudo bem, mamãe. - Beijei seu rosto e ela beijou minha testa, dizendo para tomar cuidado.
Pego uma jaqueta fina no banco de trás, e minha carteira, então ajeito meu cabelo e sigo para o interior do local. Avisto todos sentados em uma mesa, diferentes do que estavam no dia da festa. Bebiam algo, e uma travessa de aperitivos estava no meio. O ambiente escuro possibilitava a todos um local melhor para fugir da luz do dia.
-Oi. - Digo um pouco mais tímida, ao me aproximar da mesa.
-Lea, pensei que não viria. - Kai sorriu para mim, sendo receptivo o bastante para me deixar confortável.
-Oi! Que bom que aceitou meu convite. - Bruno estava com os braços transpassados na cintura de uma das meninas que conheci na festa, uma das garotas simpáticas.
-Não pude ir na aula, mas me esforcei para vir. - Pus a língua pra fora enquanto sentava ao lado de Kai.
-Sem vergonha. Cabula a aula, mas não nega o passeio. - Um dos meninos ri.
-Basicamente. - Respondo.
-Pronta para aprender dardo com o melhor?
-Só se estiver pronto para ter o privilégio de aprender hockey com a melhor.
-Alguém falou hockey?
-De mesa? Eu. - Respondo ao Bruno.
-Eu amo! Sempre quero jogar, mas o pessoal prefere outros. - Torceu os lábios.
-Jogamos uma partida mais tarde então? - O convido e ele estica a mão, sorrindo.
-Claro que jogamos.
-Antes, você me ensina para que eu possa jogar também. - Kai passa a mão sobre meu braço e eu me arrepio.
É claro que ele percebe, pois dá um sorriso. Ofereceram-me uma bebida, mas aceitei um copo de suco, comi alguns petiscos e então desandamos em uma conversa longa. Bruno e eu não parávamos de bater papo sobre as coisas que gostamos em comum, e ali senti que posso ter um enorme amigo. Kai intercalava conversas comigo e com um dos meninos da mesa. Ainda não decorei o nome de todos, mas a convivência vai me ajudar.
-Podemos ir jogar? - Sinto a voz de Kai perto do meu pescoço.
-Claro. - Gaguejo um pouco, e engulo a saliva. - Vamos jogar, ou conversar mais? - Levanto para encorajar a maioria.
-Falou minha língua! - Diz um dos meninos, talvez o que tem os olhos mais rasgados.
O outro fez alguma piadinha sobre ele estar sobrando no meio de nós, já que tinha o outro menino com a menina de cabelos cacheados, Bruno e a outra garota, e eu e Kai. Mordi o lábio só de pensar que poderíamos ser mesmo um casal.
Seguimos para o fundo, passando a copa, havia uma sala restritamente para os jogos. Não tinha muitas pessoas por ali, provavelmente o movimento melhoraria mais para a noite. Verifiquei o horário e estava tudo bem. Cada um seguiu para um jogo, e eu corri para o hockey. Kai parou do outro lado da mesa, depositando uma ficha e pegando o disco. O colocou no meio e voltou para o seu lugar, apoiando seus braços esticados e olhando diretamente pra mim.
-Kai...- Chamei a sua atenção, meu rosto estava vermelho de vergonha. - Pegue um rebatedor.
-Um o que? - Pergunta balançando a cabeça.
-A peça vermelha. - Ele se esticou e a pegou. - A segure dessa forma. - Mostro como peguei a peça e ele me imita. - Agora vamos tirar par ou ímpar.
-Pra quê?
-O disco - caminho ao lado da mesa e o pego. - não começa no meio, começa com um de nós dois palmos a frente do rebatedor.
-Entendi.
Eu pedi par, como sempre, e ele ficou com ímpar. Mas como tenho meus truques, é claro que ganhei. Me posicionei, e antes de tocar, falei o principal objetivo.
-Você tem que apenas defender o disco de entrar na sua área. - Aponto para a fresta aberta. - Se entrar, ponto meu. Se ele entrar quando você atirou, ponto seu. Ok?
-Mais fácil do que eu pensava. - Estalou o pescoço.
Começamos o jogo. Ele tinha um sorriso nos lábios, e prestava atenção em cada movimento que eu fazia para repeti-lo.
Não preciso dizer que as duas vezes que nós jogamos, eu ganhei. Assim que jogamos, Bruno jogou uma partida comigo, e empatamos. Ele realmente é bom como havia dito. Então Kai pegou minha mão de leve, e levou-me para a frente do dardo. Pegou os dardos e dividiu o número certo para eu e ele, e os pôs em uma pequena cesta com duas separações. Ele atirou o primeiro, e quanto me dizia como fazer, onde acertar, e a posição. Atirou outro para eu me certificar de que estava correta a maneira que imaginei. Fui para onde ele estava e peguei um dardo nas mãos. Tentei imitar a sua posição, mas acho que fiz algo errado. Ele parou atrás de mim e segurou minha mão, pedindo que eu imitasse sua posição. Obedeci seus comandos e atirei. O dardo bateu na tábua e caiu.
-Faz parte. - Ele ri baixinho, passando a mão pela minha cintura. - Não pense em acertar, esse é o segredo. Atire como apenas uma diversão, distraindo a sua cabeça.
Atirei mais uma vez, observando a maestria de seus movimentos, que consequentemente fizeram os meus, e tcharam, acertei pelo menos um. Claro, não passou nem perto do meio, foram apenas 5 pontos, mas para quem lutava sem armas, uma pedra já ajuda. Estava nervosa por estar tão perto dele, e sua respiração estava me deixando descontrolada. Meus poros exalavam nervosismo, acho que ele pode ter percebido. Atiramos mais uma vez, e acertei novamente na primeira cor. O olhei, e na mesma hora ele me olhou. Estávamos colados, os rostos bem próximos. Posso ser uma idiota, mas apenas uma criança inexperiente. Dei uma risada boba e peguei outro dardo para continuar.
Três meses passaram correndo. A que antes tinha uns amigos, poucos, e era a normal da escola, agora tem mais amigos, graças a Bruno e Kai. Ando com a turminha quando não estou na escola, e meus finais de semana são destinados a ficarem com eles, sempre. Na escola, conheci mais pessoas graças ao Kai, que me apresentou o pessoal do time de futebol, as meninas da sala, os caras com quem ele andava, e etc.
E agora tenho um melhor amigo. Bruno. Pra ele conto tudo que acontece, e revelo meus segredos, assim como ele faz. Tiramos pelo menos uma hora para conversarmos sobre nós, e nossa vida. Conversarmos a sós. Nunca havia pego confiança numa pessoa tão fácil como peguei em Bruno. Nem mesmo em Kai, por quem estava apaixonada. E, claro, meu melhor amigo sabia disso, assim como ele se interessou por mais algumas meninas e me falou, das quais eu armei um encontro para que pudesse "conversar mais de perto", enquanto ele arrumava o campo para saber se Kai estava interessado em mim.
Laila saiu algumas vezes conosco, mas ela passa mais tempo com seu namorado, e bem, ele não se inturma conosco, talvez por ser uns anos mais velho. Eu e ela estamos indo, não a mesma coisa que éramos antes, mas estamos conversando na medida do possível.
-Hoje vou arrancar aquela informação! - Bruno chegou, já falando, e dando um beijo em minha bochecha.
-Finalmente. - Ergo as mãos para o céu, num exagero. - Depois de algum tempo, finalmente.
-Calma. - Ele balança a cabeça. - Eu tenho quase certeza que ele gosta de você.
-Tomara! - Por segundos de olhos fechados, consegui lembrar dos meus sonhos acordadas, dele sendo o pai dos meus filhos. Definitivamente, esse menino está me matando.
-Tenho novidades. - Seu sorriso era profundo, estava verdadeiramente feliz com o que iria falar.
-Pois não demore pra falar. - Impaciente, peço que ele me conte.
-Consegui convencer minha mãe.
-Sobre Los Angeles?
-Sim! - Nos olhamos sorrindo. - Não é maravilhoso?
-Isso é... wow. Isso é incrível, Bruno. - O abraço, passando a mão pelas suas costas.
-Ela me fez jurar várias coisas, como se nada der certo, voltar pra casa.
-O mínimo que poderia fazer. - Rio.
-Que eu me cuidaria ao máximo, e que não desistiria.
-Sua mãe vale ouro. - Pego sua mão. - Olha, tudo vai dar certo lá, nem precisa se preocupar. Pode demorar um tempinho, mas vai ficar bem. - Recebo um beijo em minha bochecha, e aquele sorriso pra lá de sincero.
-E nós vamos juntos, não é?
-Sabe que isso é uma ideia boba. - Balanço meu pé. - Ainda não falei com a minha mãe, muito menos com a minha vó, ainda nem sei o que quero cursar.
-Não precisa cursar nada, se não quiser.
-Você tem um dom! - Encaro o longe. - Eu, bom, eu sei dançar, não como Fred Aster, mas sei. Eu não sei cantar, arranho algumas tentativas. Posso tentar atuar, mas é algo incerto.
-Eu digo pra fazer um curso, pensar bem no que quer. Fazer algo de coração.
-Talvez. - Respiro fundo. - Mas, ainda temos um ano e alguns meses pra convencer minha mãe.
-Eu somente alguns meses.
-Esqueço que você é mais velho que eu. - Gargalho, fazendo birra.
-Mas eu espero você terminar os estudos para irmos juntos, pode ser?
-Jura? - Nós dois rimos, acabamos de falar de Bernie, que o fez jurar muitas coisas, e peço um juramento também.
-Juro solenemente! - Levanta a mão direita.
-Idiota. - Caímos na gargalhada. - Mas promete, que se eu ficar, você vai vir me visitar, e não vai esquecer de mim?
-Se você ficar, assim que eu conseguir minha casa, e me instabilizar, venho buscar você para viver comigo. - Ele beija minha mão. - Imagina minha vida sem minha melhor amiga, e quem mais vai me ajudar com as garotas?
-Sem vergonha. Venha me buscar quando puder.
-Não precisarei, sei que irá ir comigo. - Passou a mão sobre a pasta que estava carregando. - Eric vai ir pra Nova York, sabe disso?
-Sei. - Observo o caderno que ele pega. - Minha irmã vai junto.
-Será que eles ficarão juntos por bastante tempo?
-Quem sabe.
Bruno folha algumas páginas, e com orgulho me mostra parte do que acabara de escrever. Mas um pedaço solto de música. Suas letras são impressionantes, lindas e profundas, e então nem sei o que dizer de sua cantoria, sua melodia, sua voz, todo o conjunto que ainda vai fazer de Bruno, um cantor famoso.
Já me questionei por ser diferente. Nunca tive um sonho de ser famosa, ou alguém influente. Acho que porque nunca aperfeçoei nenhum dom. Não sei dizer se tenho talento para ser alguém famosa.
Passamos mais um pedaço de tarde juntos, e então ele saiu para encontrar os meninos, Kai e Ryan. Enquanto eu segui pra minha casa.
Liguei o rádio nas estações mais românticas e cantava alto as músicas que sabia, e ao mesmo tempo me olhava no espelho. E se eu cortasse um pouco meu cabelo? Mudar um pouco...
Pedi a minha mãe que me ajudasse a cortar, e então comecei a ver um palmo do meu cabelo, que antes batia em minha cintura, agora batendo no meio de minhas costas.
-Porque resolveu cortar? Está apaixonada? - Ela passava a mão pelos meus cabelos.
-Talvez. - Soltei uma risada nasalar e ela balançou a cabeça.
-Quer dizer que a família toda vai se unir aos Hernandez? - Dei uma gargalhada alta. - Vou ver se tem algum velho bonito para eu me encostar.
-Mamãe! - Gargalho mais de suas piadas. - Você tem o papai, pare.
-Eu sei, meu amor. Não largo dele por nada.
-Mas voltando ao assunto, quem disse que é pelo Bruno?
-Não é? Vocês andam tão juntos, se tornaram mais amigos do que você é com a Laila.
-Laila prefere estar mais na companhia do namorado, o que eu posso fazer? Bruno é meu melhor amigo, o olho como se fosse meu irmão, e não namorado.
-Então quem é o menino que despertou o coração de minha caçula?
-Ele se chama Kai. - Ela larga meu cabelo, em sinal de que já havia cortado. - Estuda na mesma escola que eu, e é amigo do Bruno.
-Pode falando, vou pegar o espelho para que veja, mas estou escutando.
-Ah, mamãe, não sei mais o que dizer sobre ele...
-Quantos anos?
-Mesmo que o Bruno, um ano mais velho que eu, 17.
-Primeiro namoradinho da minha filha, que orgulho. Quero que o traga aqui em casa. - Entregou-me o espelho.
-Não mãe, não. Nós não somos namorados ainda, nem ao menos sei se ele quer algo.
-É claro que quer. Você é linda... - Ouvia ela me encher de elogios, enquanto admirava meu novo corte de cabelo.
Olá, espero que estejam gostando. Deixem suas opiniões, é sempre maravilhoso poder lê-las. Aliás, está meio corrida as coisas, porque não quero enrolar muito, então até mais ou menos o sexto capítulo irá ser assim <3 Beijos e até!

Nenhum comentário:
Postar um comentário